terça-feira, 27 de outubro de 2015

Todos iguais perante quem?

A constituição diz que somos todos iguais perante a lei. E isso bastaria para mantermos uma sociedade mais justa e igualitária para todos.

Mas o governo não tem essa intenção. Não é a toa que se criam várias leis e punições para benefício e cuidado de "minorias". Essa quantidade absurda de novas regras, cotas, leis e mais leis, se olhadas com mais critério, vai dar para perceber que são para "inglês" ver, para deixar alguém mais tranquilo e ganhar seu voto.

Já parou para pensar que hoje em dia alguém pode ter uma punição mais branda matando um negro/homossexual do que discriminando ele?

E se um homem (hétero), em juízo, se considerar mulher e exigir os direitos da Maria da penha por uma briga que teve com o seu pai?

E se todo mundo começar a se declarar negro para exigir cotas? Haja praia e bronzeamento artificial.

Essa hipótese pode ser exagerada, mas as coisas estão ficando tão truncadas e sendo feitas sem controle que estão caminhando para esse lado.

Afinal, se todo mundo pode ser o que quiser perante as leis, por que quando um médico considera uma pessoa inválida, o governo enrola anos ou não dá o benefício ao cidadão? E se eu ME considerar inválido, incapaz de exercer qualquer função na sociedade e passar a exigir direitos por isso?

Dá pra perceber que o governo não quer o bem de ninguém né?

O problema é que essa imposição de novas posturas da sociedade, excluindo suas crenças e conceitos, é altamente estúpida. Principalmente quando finge que está ajudando alguém, mas no final é só politicagem.

Durante a escola aprendi que a diferença entre o sexo feminino e masculino era um cromossomo, agora é uma questão de opinião. E digo mais, se a redação de um vestibular ou concurso pedir a sua opinião sobre algum assunto, trate de adivinhar quem irá corrigir, pois se sua opinião não for igual a dele, pode ter certeza que sua nota vai ser baixa. Já passei por isso falando mal do governo.

Os negros, homossexuais e mulheres mais legais, exemplares e bem sucedidos que conheço, acordam cedo, estudam, trabalham, correm atrás e não têm tempo nem de pensar no que o país pode oferecer para eles caso aceitassem para si toda essa desigualdade.

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