segunda-feira, 25 de maio de 2015

Crimes e Leis

Querer resolver o problema dos crimes praticados por menores reduzindo a maior idade penal é tão burro quanto tentar resolver o problema do tráfico de drogas colocando polícia x bandido a vida inteira. Embora eu até concorde com a redução da maioridade penal.

Começando pelo tráfico, existem duas maneiras de resolver, se alguém assim quisesse. A primeira é: Só há drogas porque há consumo, então, desgrace com a vida de quem usa. Enquadre como crime hediondo, fiscalize etc. Afinal, a população está desarmada mesmo. A segunda opção é: Libera geral. Tudo. Do CD da MC Melody, passando pela cocaína até o Oxi. Usa droga quem quer, mas quem usar tem que assumir os riscos. Não quero pagar imposto pra tratamento de gente idiota.

As pontes estão aí, se joga quem quer, as facas, os remédios controlados, cada um se mata da maneira que achar mais agradável, quem somos nós para questionar?

Agora, o que dá pra questionar é a quantidade de gente morta e a quantidade de marginalização de pessoas que isso gera. Então, precisamos escolher uma opção logo.

Em relação à molecada do mal, eu concordo em reduzir a maioridade penal, desde que se faça um trabalho de educação com essas crianças, que hoje tem de 8 a 10 anos e que amanhã poderá ceifar a sua vida.
Como medida paliativa é importante fazer isso sim. A “criança” (16 anos) pode não estar preparada psicologicamente para responder por seus atos, conforme diz a lei, mas tal julgamento não elimina os riscos que esses delinquentes promovem.

Ao invés do governo criar bolsa para cada filho, dê bolsa para quem não faz filho, oras. Dê bolsa para o filho que está na escola e tire notas boas, só estar matriculado não adianta bosta nenhuma.

Tem que trazer responsabilidade para os pais também. Se o filhinho não pode responder, que a mãe responda. Por que quando o pai de uma criança não paga pensão, a família tem que pagar? Então faça o mesmo com os crimes.

Sair postando a verdade passional de cada um só vai gerar mais intolerância e intrigas entre nós mesmos, que somos vítimas do sistema e já pagamos para alguém resolver tudo isso.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Quais os limites da tolerância?

Até onde suportar os erros, as manias e até a falta de respeito?
Será que existe um equilíbrio do tamanho da felicidade que alguém te proporciona com o tamanho do mal que ela pode te fazer? Afinal, 10 kg de cada lado da balança equilibram da mesma forma que 100 kg de cada lado.

Como se mede o "valer a pena”?
Será que o limite entre a fadiga emocional e o cessar de suas lágrimas são o ponto final para a tolerância? Ou existe uma margem inferior que limita até onde você pode permitir alguém chegar?

Eu realmente não sei. Só sei fazer perguntas.
Eu acho que não é pelo fato da gente suportar, que merecemos ou sejamos obrigados a sentir tudo até nossos limites sempre.

Até onde suportar o que as pessoas próximas falam sobre suas decisões e até onde as ignorar?

E até onde passar por cima de seus próprios conceitos para viver algo que trás medo e ao mesmo tempo ser tão bom?

Até onde se entregar? O que é se entregar, afinal?
Será que é como se jogar de um avião, aproveitando o vento na cara e a sensação de estar voando e ao mesmo tempo esperar que alguém apareça no meio do caminho e te entregue um paraquedas para te salvar?

Há quem diga que o amor resolve todas essas dúvidas
E há quem diga que ainda existe alguém disposto a amar.